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Assassinato do 2º Grau | |||||||||||||
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Bençãos Irlandesas Que estradas apareçam indicando o destino Escrito por Delsio às 11h45 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Procurando Sarna Para Se Coçar Tenho de partir do Primário para dar sentido a esta memória. O meu foi medíocre, como é para tantos outros milhões de petizes no mundo! Não vou reclamar, pois basta olhar para o índice de analfabetismo que graça aqui no Brasil para se sentir, amargamente, um privilegiado. Pois bem, fui um aluno comum, abaixo da média até, que repetiu o 2º ano; que perdeu, mais a frente, um ano devido à morte de Arthur da Costa e Silva, creio. Talvez tenha sido devido ao interregno, que era necessário, então, para pular para a próxima etapa. Este ano extra era chamado de Admissão, na época. O ginásio (putz, como sou antigo!) veio, enfim, e.....empaquei na 1º Série! Repeti esta série também. Droga! No Ginásio eu continuei mediano em tudo, menos em Desenho. Um desastre! A matéria era uma tortura: minha mão é trêmula desde a infância; minha habilidade em traçar uma linha, reta que seja, sempre foi um custo incrível para meus recursos, quanto mais encarar um plano ou perspectiva. Dos colegas de classe só lembro de dois, por quem eu nutria paixões. Platônicas para variar. Um deles era feirante. Um homem de 24 anos: um peixeiro que nunca cheirava a peixe. Ao contrário, Aírton sempre exalava um agradável cheiro de sabonete, além de ser lindo! O outro colega era jovem como eu. Marciano era forte e bonito, impossível de ser ignorado! Bem....ãrrrrã..., voltando, o certo é que eu larguei os estudos neste ponto e fui trabalhar. Não iria queimar meus parcos neurônios com Instrução. Nada disso! Não houve protestos de meus pais e burro fiquei! Aos 15 anos, aproximadamente, como já contei, deixei a companhia dos amigos de adolescência e me enfronhei em leituras espíritas e freqüências a centros e “mocidades” kardecistas. Esta freqüência me dava acesso a mais livros ainda. Grande parte deles era psicografada. A escrita automática era uma aspiração forte Cheguei a trocar algum “diálogo” com minha mão (não riam aqui, estou falando diálogo com o espírito que, supostamente, respondia controlando-a, espertinhos!), mas a coisa era tão lenta que não me empolgava whatsoever! Mas um dia, um belo dia, estava eu no meu exercício infrutífero de sempre, e algo aconteceu: Minha mão, no meio dos costumeiros picos, se retesou de maneira mais firme do que o usual e começou a desenhar um dedo! Era um dedo indicador perfeito, com detalhes: unha, cutícula e tudo! Ele apontava para frente. Animei-me todo! "Agora vai!", eu pensava. Qual! No dia seguinte e durante o mês todo eu voltei ao mar de morros e picos para meu desapontamento total! Assim o mundo perdeu um grande, e dedicado, médium psicógrafo! Podem crer! Só!!! Escrito por Delsio às 20h54 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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